fbpx

Retorno Rápido para o Paciente e para a Clínica

Para o Paciente

Feridas de Difícil Cicatrização
Queimaduras
Pé Diabético
Lesões Actínicas

Para a Clínica

Alto e Rápido Retorno sobre o Investimento
Sem Necessidade de Grandes Reformas
Sem necessidade de nova equipe de trabalho
Obrigatoriamente coberto por todos os planos de saúde

CÂMARA HIPERBÁRICA MONOPLACE ECOBAR 850 TUBO ACRÍLICO

Tecnologia,
desenvolvimento e
fabricação nacionais
Baixo consumo
de o2
Registrado na
ANVISA

A Oxigenoterapia Hiperbárica consiste em um tratamento médico através da inalação de oxigênio puro em pressão ambiente aumentada dentro de câmaras hiperbáricas, em sessões que duram de uma a duas horas por dia, por um período que varia de acordo com a patologia. Durante uma sessão de Oxigenoterapia Hiperbárica ocorre um aumento de dez a vinte vezes na quantidade de oxigênio dissolvido nos tecidos, o que é extremamente benéfico em patologias nas quais a falta de oxigênio tecidual é o problema principal, como por exemplo, locais onde existe comprometimento vascular em determinada região, como úlceras e feridas infectadas. Nestes casos a Oxigenoterapia Hiperbárica terá ação cicatrizante e antibiótica (dependendo da sensibilidade da bactéria). Outras ações importantes são o auxílio na formação do colágeno, neoformação vascular e na diminuição do edema, tornando-se uma importante terapêutica no tratamento destas lesões refratárias. Atualmente, a Oxigenoterapia Hiperbárica é aplicada em todo o mundo, tendo regulamentado protocolos nos EUA, Europa, Japão, China e Rússia, países que contam com centenas de câmaras instaladas em seus hospitais.

Perguntas

O Tratamento com Oxigenoterapia Hiperbárica é realizado em Câmaras Hiperbáricas com pressão de 2 a 3 ATAs e tem uma duração de 1:30h por sessão.

Sim, as indicações possuem cobertura obrigatória pelas operadoras de planos de saúde e seguradoras pois estão no Rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Os protocolos utilizados em outros paíes são mais extensos que os protocolos hoje utilizados no Brasil. De uma forma genérica, as indições são:

  • Feridas de difícil cicatrização;
  • Infecções graves com destruição muscular, de pele, ou gordura subcutânea;
  • Lesões causadas por radioterapia;
  • Esmagamentos e amputações traumáticos;
  • Infecção crônica dos ossos; procedimentos de cirurgia plástica;
  • Presença de bolhas de ar na corrente sanguínea (“embolia gasosa arterial”);
  • Queimaduras extensas.

A regulamentação da atividade médica hiperbárica no Brasil obedece a:

• CFM – Resolução Nº1.457/95 – Dispõe sobre a Regulamentação das aplicações clínicas da OHB no Brasil;
• CBHPM – Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos – Tabela CBHPM valor atual: R$503,47;
• ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar – Responsável por determinar o Rol de procedimentos;
• ANVISA – Resolução – RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002;
• Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde;
• ANVISA – Resolução – RDC nº70, de 01 de outubros de 2008;
• Dispões sobre os requisitos mínimos para garantia de qualidade, segurança e eficácia ds gases medicinais de uso consagrado (oxigênio medicinal);
• ABNT – NBR 15949/2011;
• NR13 – Norma regulamentadora para fabricação de caldeiras e vaso de pressão;
• NR15 – Norma regulamentadora para atividades e operações insalubres;
• Norman15 – Normas da Marinha do Brasil que regulamenta atividades sub aquáticas;
• MTR – Ministério do Trabalho e Emprego inclui Médico Hiperbarista na Classificação Brasileira de Ocupações.

Vídeos

Reproduzir vídeo
Reproduzir vídeo

Blog

Acompanhe o podcast Oxy Câmaras! 

O primeiro podcast do Brasil focado em medicina hiperbárica

clientes

Close Menu